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Programa Baby Signs®: uma janela para a mente dos bebés

Quantas pessoas já se questionaram sobre o que se passa na mente de um bebé, que vive num mundo com tantas coisas a acontecerem à sua volta? Vou partilhar contigo, neste artigo, alguns momentos reais em que bebés puderam abrir a janela das suas mentes e partilhar exatamente o que lá se passava…muito antes de conseguirem falar!

Apesar de sabermos que eles são umas “esponjinhas” do que os rodeia, não sabemos exatamente o que os bebés estão a captar e interpretar…até que falem ou usem esta ferramenta dos gestos.

Esta é a primeira história:

Uma das nossas Instrutoras, Fátima Mendes, contou-me uma das suas histórias pessoais com o seu bebé talentoso nisto dos gestos! Estava o pai a limpar o forno na cozinha, quando o seu pequenino (de cerca de 15 meses na altura), aponta para o forno (como faz quando quer saber o que são as coisas). Perante isto o pai diz “isto é o forno e está porco!”. Imediatamente o pequenote faz o gesto do animal porco! O que deu a oportunidade ao pai de explicar que não é o mesmo que o animal porco, e que o que ele queria dizer é que o forno estava sujo!

Conseguem imaginar-se a ter esta conversa com um bebé de 1 ano?

A segunda história que quero partilhar convosco passa-se com um bebé de 11 meses:

O filho de outra das nossas Instrutoras, Eliane Félix, assistia à brincadeira do mano mais velho com a mãe que atiravam aviões de papel. Cada vez que arfavam para a ponta do avião para fazê-lo voar, o mais novo ria-se perdido! Quando de repente revela onde estava a piada. Ele começa a fazer o gesto de “cão” que tem exatamente o mesmo arfar que a mãe e irmão estavam a fazer no avião.

A cumplicidade da relação de manos é maravilhosa.

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A terceira história passa-se numa creche em Portugal:

Uma educadora que participou no workshop para profissionais de 1ª Infância, implementou os gestos na sua sala. E há um dia que uma menina de 1 ano vem ter com ela a “bater” na cabeça, gesto semelhante ao chapéu. Perante o gesto a educadora pegunta se ela quer o seu chapéu. E a resposta foi outro gesto: “dói-dói”. Ah, fizeste um dói-dói na cabeça? A menina abana a cabeça a indicar que sim e foi apontar onde se tinha magoado.

São maravilhosos os benefícios que os educadores de infância têm com grupos inteiros de bebés a comunicarem de forma eficaz.

Artigo relacionado: Nunca subestime o Poder de um Gesto

E a última história passou-se com o meu filho aos 11 meses:

Estava ele no seu quarto, quando olha para dentro da caixa de livros e começa a fazer o gesto de “Gato”. E eu perguntei-lhe se ele via um gato na caixa, ao que ele sorriu e repetiu o gesto. Eu disse-lhe que não havia nenhum gato naquela caixa, ao que ele insistia em mostrar-me o gesto de “Gato”. E fui verificar e estava lá, na capa de um livro o Gato que ele estava a ver.

Momentos de partilha que estreitam laços entre pais e bebés.

Artigo relacionado: O Primeiro Gesto é tão especial quanto a primeira palavra

 

E como estas há milhares de outras histórias por todo o mundo contadas por centenas de famílias e profissionais que vivem diariamente com bebés e usam o Programa Baby Signs®.

É de facto mágico poder ter acesso à mente dos mais novos e ajudá-los a interpretar o mundo que os rodeia. Eles mostram-se orgulhosos por nos conseguirem comunicar aquilo que eles querem e precisam e recebem muito mais conversas e atenção de volta.

Logo que tenhas oportunidade frequenta um workshop para pais ou profissionais, porque eles não são pequeninos para sempre, e os benefícios são para a vida toda!

 

Um dia feliz

Sabla D’Oliveira

 

 

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Como os Gestos Ajudam os Bebés Bilingues

Um bebé que ouve duas ou três línguas diferentes, tem mais coisas para processar no seu rico cérebro! No entanto não é motivo de preocupação, uma vez começando a falar conseguirá falar todas as línguas corretamente (mesmo que as baralhe inicialmente).

Uma ajuda preciosa é o uso dos gestos da metodologia do Programa Baby Signs® por toda a família.

Um exemplo simples: um bebé cujos pais falem línguas diferentes, está a tentar perceber que “leite” e “milk” são a mesma coisa (ora ouve um, ora ouve outro, dirigido ao mesmo objeto).  Quando existe um gesto associado ao “leite” e exatamente o mesmo gesto associado ao “milk”, o bebé compreende mais rapidamente e faz a ligação que faltava.

O cérebro de um bebé bilingue está a processar o dobro (ou triplo) da informação e o seu corpo prepara-se para expressar todas as línguas. No entanto as boas notícias é que o uso do Programa Baby Signs® com bebés bi ou trilingues, vai também ajudar no desenvolvimento da linguagem, diminuindo assim a diferença em relação a bebés que aprendem apenas uma língua.

Os gestos por não serem tão abstrato em relação às palavras, vai ajudar o bebé a navegar suavemente pelas duas ou mais línguas faladas.

Artigo relacionado: 11 Benefícios que pais e profissionais adoram no Programa Baby Signs.

E para o caso da família falar uma língua diferente em relação à creche, o Programa Baby Signs® facilitará a transição entre o contexto familiar e o contexto de creche, uma vez que haverá maior compreensão tanto do bebé quanto dos profissionais.

Mais informações sobre certificação de creches aqui.
Próximos workshops aqui.

Um dia feliz

Sabla D’Oliveira

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Qual a única desvantagem do Babywearing?

No meio de tantos benefícios tinha de haver pelo menos uma desvantagem! E encontrei a única desvantagem em se fazer babywearing, e digo-o neste artigo!

Vamos imaginar…temos um bebé e usamos um artigo de babywearing, um pano, sling, mochila ou outro e passeamos sempre de mãos livres pelo parque, subimos e descemos escadas sem pedir ajuda a alguém para segurar no carrinho…brincamos com o mais velho enquanto o bebé está bem juntinho, estendemos a roupa, aspiramos a casa…enfim, sempre com as mãos livres e o bebé perto!!

E cá está o “problema”! De tão pouco carregarmos o piolho diretamente nos nossos braços, a massa muscular que habitualmente adquirimos por levar um bebé ao colo não se desenvolve (lol)! E porquê?

… Porque temos sempre as mãos/braços livres :D!! Se os tivessemos ao colo nos nossos braços, isto não aconteceria… Isto se assumirmos que os bebés precisam muito de colo e que não têm o mito da “manha”. Senão, é carrinho, espreguiçadeira, berço… com ele e lá se vai tudo: o colinho bom e a massa muscular!

 

Imagem da vida com Babywearing…lol

Então a única desvantagem é mesmo esta! Resta-nos fazer umas flexões ou intercalarmos o babywearing com os braços, para continuarmos a usufruir de todos os benefícios do babywearing sem perder a massa muscular de uns potencias lindos bícepes!

Artigo relacionado: Babywearing descomplicado em 5 passos!

Agora cabe-te a ti pôr tudo na balança e decidir o que fazer :D!!

 

Sabla D’Oliveira

Consultora Certificada Babywearing

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Entrevista à Fundadora do Programa Baby Signs®: Dra. Linda Acredolo

Mensagem especial para Portugal da Co-fundadora do Programa Baby Signs®, especialista no desenvolvimento infantil e na psicologia da criança, pela Universidade de Califórnia.

As co-fundadoras Linda Acredolo e Susan Goodwyn, foram as responsáveis pela criação deste maravilhoso programa que está a revolucionar a vida dos bebés em todo o mundo.

Transcrevo neste artigo a entrevista realizada por mim à Dra. Linda Acredolo, que explica na primeira pessoa como tudo começou com a sua filha, há 36 anos atrás, como começaram as investigações científicas sobre o impacto da linguagem gestual no desenvolvimento dos bebés.

 

Sabla – Já estamos a gravar. Aqui com a Dra. Linda Acredolo. Olá!

Linda – Olá. É bom ver-te Sabla.

Sabla – Sim, é óptimo finalmente conhecê-la. E estamos aqui em Portugal, e estamos entusiasmados com o Programa Baby Signs a andar por todo o Portugal. E estamos muito felizes.

Então, tenho algumas questões a colocar-lhe. Eu tenho contado a sua história a todas as pessoas nos meus workshops e agora aos novos instrutores, mesmo assim eu gostaria de ouvir de si como tudo começou, eu sei que, começou com a sua filha, certo?

Linda – Certo. Ela acabou de completar 36 anos. Por isso, há muito tempo atrás. Ela tinha um ano de idade e era muito inteligente, muito esperta e ela ainda não sabia falar. Nós estávamos fora no jardim e ela apontou para uma roseira. Virou-se para mim e cheirou como se estivesse a cheirar uma flor e eu pensei, bem, isso é estranho. Mas percebi que ela queria ver as flores. E eu perguntei “queres ver as flores Kate?” Então levámo-la e fizémos algo, uma sequência, que a maioria dos pais fazem com os seus bebés. Apanhei uma flor coloquei-a no meu nariz e cheirei e coloquei no nariz dela e ela fez o mesmo, era uma rotina que tínhamos com as flores. E ela estava a captar esse pequeno gesto, e estava a usá-lo na esperança de eu perceber que significa flor e ela usou-o o dia todo. Se ela visse flores num jornal ou numa mesa ou no pijama, ela apontava e cheirava.

E eu escrevi no meu diário naquela noite, de que a “Katie fez a coisa mais engraçada hoje” e esse foi o primeiro. E eu comecei a observá-la, porque deduzi que estivesse a fazer algo de interessante. E ela começou a fazer outros, um dos seguintes, pelo que me lembro. Ela fez este tipo de gesto com os dedos e apontou para uma aranha e fez assim. Nós temos uma pequena canção no nosso país em que falamos de uma aranha. Então, ela estava a aprender isso, e há uma parte com as mãos que se faz, então ela estava a usar esse gesto e apontava para a aranha, na esperança de eu saber do que ela estava a falar sobre por isso era claro, de que ela estava a aprontar alguma. E ela começou a inventar outros gestos de rotinas que nós tínhamos.

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E a Susan, era minha aluna na altura, na Universidade. Ela era uma finalista, e ela tinha estudado em Londres, estudou o desenvolvimento da Linguagem em Londres. Eu não sabia tanto sobre o desenvolvimento da linguagem na altura, eu não estava a estudar isso. Então, eu indiquei-lhe que gostaria de ler sobre isto, sabes, ela está a fazer estes gestos…e a Susan disse, “eu não sei nada sobre isso”.  Nunca ouvi falar sobre bebés que faziam gestos antes. Então, foi quando ela e eu decidimos que nós íamos prestar atenção e começar mesmo a fazer pequenos gestos para ela, modelá-los  e ver se ela aprenderia esses e usasse propositadamente para falar connosco e assim fê-lo. E publicamos os seus dados. Seguimo-la muito de perto até ela ter um ano, aliás um pouco mais de um ano e meio e publicámos o primeiro artigo era um estudo de caso, de como ela tinha inventado todos esses sinais como os chamamos e a sua linguagem nessa altura simplesmente explodiu. Ela era tão verbal pela altura dos 2 anos que obviamente já não precisaria mais deles. E isso foi mesmo o começo de muitas coisas pelo mundo fora. E foi como tudo começou.

Sabla – Isso é fantástico. É uma boa história. Obrigada por partilhá-la. Então, em todos estes estudos descobriu que, isto é uma capacidade natural que os humanos têm, correto? de fazerem os gestos. Ainda oiço muitos “isto não atrasa a fala”? E eu continuo a contar sobre as pesquisas e também sobre a minha experiência pessoal.

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Linda – Isso é triste, continua ser um mito com que lidamos e nós pensamos sobre isso, e gostamos de falar sobre isso semelhante ao gatinhar antes de andar, costumamos dizer “Os gestos estão para a fala, como o gatinhar está para o andar”. Aprende-se imenso de…um bebé aprende por gatinhar por aí, mas logo que consiga quer por-se em pé e fazer melhor. Os gestos permitem aos bebés comunicarem e a não ficarem tão frustrados, mas logo que consigam comunicar melhor, ele levanta-se nas suas “pernas” da linguagem e começa a falar. Nós tentamos assegurar aos pais, e claro temos os dados dos estudos das pesquisas que mostram. Tivemos um grande financiamento do Governo para se estudar isto e nós estávamos apenas não surpreendidas, porque já o tínhamos visto com as nossas crianças nos nossos estudos e sim, sabemos que realmente ajuda no desenvolvimento da linguagem.

Sabla – Eu também tenho vindo a falar com diferentes profissionais e quando ouvem falar pela primeira vez sobre o Programa Baby Signs eles dizem “é claro, faz todo o sentido”. Duas novas instrutoras são terapeutas da fala.

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Linda – uh, isso é maravilhoso

Sabla – E o programa fez-lhes muito sentido.

Linda – e os terapeutas da fala têm sido muito apoiantes. Um dos nossos primeiros alunos, que estudou e trabalhou connosco, tornou-se uma terapeuta da fala, ela usou o programa na sua prática todo o tempo, e com o seu próprio bebé, claro. É o passa-palavra, isso é quando dizemos, quando as mães dizem a outras mães sobre isto, e elas podem falar sobre as suas crianças e de como estão a passar dos gestos à palavra sem qualquer problema. E há muito boas histórias, certamente que tu tens histórias sobre o teu filho.

Sabla – E tenho, conto-as a toda a gente.

Linda – Isso é óptimo, é optimo

Sabla – E eu sempre me recordo de quando ele tentava falar ao mesmo tempo que fazia os gestos e ele estava confiante sobre o que ele estava a comunicar com os gestos e ele tentava falar ao mesmo tempo, mesmo que não fosse claro.

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Linda – mas tu sabias por causa dos gestos, o que ele estava a tentar dizer.

Sabla – Ele tinha o mesmo som, para pelo menos 5 palavras, mas ele tinha 5 diferentes gestos para cada som. Por isso eu sabia exatamente o que ele precisava.

Linda – isso na verdade, é uma das razões pelas quais ajuda no desenvolvimento da linguagem, porque permite aos pais responderem apropriadamente ao que eles estão a tentar dizer e modelar a palavra correta. Que gesto ele gostava mais?

Sabla – Eu penso que seria o “Mais”. Ele adorava animais, nós tínhamos autocolantes na parede de animais do zoo, e ele conhecia-os a todos. Ele simplesmente ia até à parede, e fazia todos os gestos do que via.

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Linda – Isso é fantástico!

Sabla – Eu penso que o “Mais”, era o melhor gesto para ele, e posteriormente ele usava o gesto de depois de conseguir dizer a palavra, ele fazia “Mais” quando tinha a boca cheia.

Ok. Tenho uma grande questão agora. Apenas uma ainda antes desta. Em quantos países está implementado o Programa Baby Signs?

Linda – Sabes, nós temos parceiros, provavelmente 4 ou 5. Mas o livro já foi traduzido em 30 ou 35 línguas. Por isso sabemos que está em todo o mundo. Mas não temos ligações com todos os lugares. Mas já fomos convidados para o Japão. Eles têm um Programa muito forte há 20 anos agora. Eles convidaram-nos a ir até lá para falarmos com todos os seus instrutores em todos os locais onde usavam. Em Taiwan também, e também visitamos Chile, eles também têm um forte programa. Por isso conhecemos alguns que estão mais conectados connosco. Há muitos mais que nem sabemos. Agora está em todo o mundo!

Sabla – Está mesmo. Está à volta do mundo. E é tão entusiasmante saber isso. E qual a sua visão para o futuro do Programa Baby Signs, se tiver uma em específico.

Linda – Bem, sabes, a Susan e eu reformámo-nos do negócio e passámos para a Michelle Cromenees e apenas mantemos o contacto com a Michelle e se houver algum interesse de outro país. Então começo a comunicar com o país. Eu penso que a Susan e eu estamos a apreciar de longe.

Sabla – E os netos agora também fazem gestos, certo?

Linda – Na verdade a Susan tornou-se recentemente bisavó pela segunda vez há cerca de um mês atrás. O seu primeiro bisneto Blake, fazia muitos gestos, ele era maravilhoso. A mãe do Blake, a neta da Susan está no livro, Fotografias da Lyann a fazer os gestos está no livro. Já são várias gerações agora.

Sabla – Isso é tão bom. Eu tenho o objetivo de ir a Califórnia visitar-vos um dia.

Linda – Sim!

Sabla – Eu sei que vocês têm um Instituto, vocês têm estudos a decorrer neste momento ou fazem-nos periodicamente?

Linda – Não temos. A Susan tornou-se Psicóloga Clínica em que ela tem a prática dela, e eu estou totalmente reformada. Mas existe uma estudante, uma antiga aluna nossa no estado de Michigan, a Claire, e ela está a dar continuidade às pesquisas. Por isso, quando sei de estudantes interessados eu passo o nome deles à Claire. E ela trabalhou com uma mulher em Chile,  Com a que começou o Programa em Chile. É continuo, mas nós realmente afastámo-nos para apreciarmos e vermos tudo a crescer.

Sabla – Isso é bom. Uma última questão. Que mensagem gostaria de deixar para os pais e profissionais portugueses

Linda – Eu penso que a mensagem mais importante é o quanto os bebés são mais inteligentes do que pensamos. Eles têm tanto a acontecer nas suas mentes e ficam tão frustrados… e queremos que os pais saibam que eles podem ter uma janela para dentro da mente do bebé ao ajudarmos os bebés a aprenderem o gestos. E isso é importante também para os profissionais particularmente Centros de cuidados Infantis, eles podem beneficiar ao terem os gestos.

Ter uma janela para a mente dos bebés e perceber o quanto eles são inteligentes. Isso é importante.

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Sabla – Muito obrigada pela sua mensagem, vou fazê-lo chegar!

 

E em Portugal, já temos representação desde Fevereiro de 2017 e estamos a fazer chegar o Programa Baby Signs® de Norte a Sul e Ilhas!! Para mais informações sobre como pode tornar-te um Instrutor Baby Signs® regista-te aqui.

Espero que tenhas gostado desta entrevista, adoraria saber a tua opinião nos comentários abaixo!

 

Um dia Feliz,

Sabla D’Oliveira